quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Não se muda o que é Perfeito

Como eu posso te consertar

Se nem quebrada você está

Você me pede

Algo que eu não posso dar
 

Não posso entregar

E muito menos consertar

O que não se quebrou

Sobras não podia deixar.


E em perfeito estado se mantéu

E como eu digo

Só você... Só você e eu.

Apenas nós conseguimos.
 

Colocar no nada um tudo

Palavras na boca de um mudo

E achar belo o nosso mundo

Então veja, se tudo é possível.
 

Porque não, nós dois mais unidos.

E quem sabe, recuperar o que foi perdido.

Mas ainda, mantenho um pensamento.

Que nada, em você, é imperfeito.


Então não tente mais se mudar
Por que perfeito agora já está

sábado, 3 de dezembro de 2011

Um poema sobre visão

Um poema sobre visão

Primeiro não te conhecia
Agora, posso dizer que te conheço bem
Mas o que eu não sabia
É o conteúdo que contém...
Será que eu realmente te conheço,
Ou são os outros que não te conhecem?
Será que eu fui iludido,
Ou será que de ilusão sou imune devido aos óculos?
Se for, ao menos para isso eles serviram.

Sei que não foi tão real como aparenta ser
Até pela maneira como sofro, ao menos que fosse.
Mas de mim, dei por completo,
Por algo que não era certo, e nem exato.
Desculpa, mas não da maneira em que me fez acreditar,
Não da maneira em que eu quis acreditar.
Sinceramente, já não sei o que sinto.
De uma certeza, passou para um tempo nublado, fato.

Antes, te conhecia.
Sabia tudo sobre você
E de quebra, pela necessidade do equilíbrio.
Você sabia tudo sobre mim
E simples assim, com o acrescento de certas informações.
Já não pareces ser aquela...
Não a avassaladora de corações.

Disse que esse era um poema sobre visão
Porque realmente acredito que o seja
Pois de uma maneira te vejo
E de outra veem os outros
Só que os outros, já começam a me convencer,
Pois vem logo, rápido me desconverter.